Nostalgia
Ao contrário dos jogos de Atari, boa parte dos jogos de Intellivision tinham música. Obviamente o que eu chamo de música trata-se de uma sequência simples de alguns tons repetidos ao infinito.
Se eu ouvir a música de um Final Fantasy (que não seja a fanfarra de vitória), eu talvez não a reconheça de imediato. Se eu ouvir a única batida de Night Stalker por duas vezes eu irei lembrar dele instantaneamente.
Em “Vale a Pena Ver De Novo?” eu irei assistir os primeiros episódios de algumas das mais populares séries de TV dos anos 80 e 90. O objetivo é retirar a poeira da nostalgia e ver se aqueles shows que fizeram tanto sucesso no passado ainda estão bons para o presente. Neste artigo: Tom & Jerry.
A eterna luta entre gato e rato imortalizada por Tom & Jerry fez parte da criação de gerações e gerações. Seja torcendo pelo Jerry conseguir escapar depois de suas sádicas formas de maltratar Tom, ou seja torcendo por Tom finalmente conseguir pegar o maldito rato. Fato é que se você não torceu para um dos dois, você não teve infância.
Burgertime provavelmente não foi o primeiro jogo da minha vida, mas certamente me definiu como jogador. Se hoje gosto dos jogos que gosto, se penso os jogos da maneira que penso, tudo se deve a algum momento em meados da década de 1980 em que eu peguei um controle de intellivision na mão (que mais se parece um telefone) e tentei salvar o mestre cuca dos ‘nojentinhos’.

Houve uma época que ter reflexos ultra-rápidos, saber xingar seu oponente via internet ou conhecer outra língua não eram habilidades necessárias para jogar videogame. Tudo dependia da sua imaginação.
Sério, olhar para os gráficos de Pitfall! e se imaginar no meio de uma floresta cheia de inimigos, buscando tesouros, se transformando no próprio Indiana Jones. Não sei responder como fazíamos isso, mas era desta forma como nós nos sentíamos.
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A maioria deve estar se perguntando que raios de jogo é este. E não é prá menos, Ski Or Die é ainda menos famoso que seu parceiro Skate Or Die. Mas de que se trata o jogo?

Uma competição na neve, no melhor estilo California Games, mas que não tem pretenção alguma de ser levado a sério, e é exatamente por isso divertido ao extremo.
Entenda que esta lista não é um top 10, nem está numa ordem. É apenas um apanhado de ótimas músicas que eu tive o privilégio de conhecer conforme passei minha vida nos games. Existem várias outras, mas estas foram as que eu lembrei por agora. Alguma dica? Comentários servem prá isto.
Quando terminei esta lista percebi que deixei de fora clássicos como Final Fantasy, Donkey Kong, Megaman, Ikarugam, ou seja, se prepara que terá outra(s) lista(s)
Chrono Trigger (SNES) – Wind Scene
Carros fugindo um pouco da realidade; pistas com diversas rampas; acelerar como um doido derrapando a cada curva; não se preocupar muito com o que existe ao seu lado; motoristas meio lunáticos; e claro uma coleção de músicas de fino trato das melhores bandas de rock do momento. Ahn?! Crazy Taxi? Acorda garoto, estou falando de Rock n’ Roll Racing.
O objetivo aqui não é ficar entregando passageiro estressadinho no local adequado, o objetivo aqui é apertar, amassar, explodir, deixar bombas no seu adversário e ainda, se sobrar tempo, ganhar uma corrida.
Texto de Rebeca Lorane Grauer, que gentilmente aceitou o convite deste blogueiro para escrever sobre videogames. A Rebeca tem um blog próprio, o “Sem Título… Mas com um bom conteúdo“, onde ela escreve sobre as coisas do dia a dia com uma delicadeza e beleza sem paralelos.
Ah a infância, quando somos pequenos não vemos a hora de crescer. Porém quando crescemos, queríamos voltar atrás e aproveitar mais a melhor fase da vida.
Eu me lembro, da primeira vez que eu fugi de casa, do primeiro amorzinho, do meu primeiro cachorro… Ahh lembranças.
A que mais me vem à cabeça é a do Yoshi Island e Mario World…
Sim, eu odiava ficar na frente da TV assistindo, mas quando minha mãe falava: “O SEU IRMÃO CHEGOU“, eu quase nem o cumprimentava direito, e perguntava como se fosse um pedido de resgate para algo valioso:
- Trouxe?
- Sempre trago.
Em “Vale a Pena Ver De Novo?” eu irei assistir os primeiros episódios de algumas das mais populares séries de TV dos anos 80 e 90. O objetivo é retirar a poeira da nostalgia e ver se aqueles shows que fizeram tanto sucesso no passado ainda estão bons para o presente. Neste artigo: Família Dinossauro.
Sendo bem honesto eu estava um pouco receoso de começar a fazer um artigo sobre Família Dinossauro, principalmente depois da decepção que foi para mim o Caverna do Dragão.
Afinal sejamos sinceros, um programa em que pessoas vestidas de dinossauros imitando a vida de seres humanos tem tudo para ser muito, mas muito inocente. Inocente demais… E será que Família Dinossauro é isso?
Da trilogia Disney da Sega (com Castle of Illusion e Quack Shot), World of Illusion foi o único que eu joguei pouco na época. Para não dizer que não joguei absolutamente nada, uma prima possuia um cartucho pirata em que quando você apertava pause o seu personagem ainda se mexia o que facilitava bastante o processo de se chegar ao fim da fase.
Sendo Castle of Illusion e Quack Shot senhores clássicos do Mega Drive, por que sua “continuação espiritual” não foi jogado não só por mim, mas por quase ninguém? Será que o jogo era ruim? Será que a Sega perdeu a mão? Será que você vai clicar ai embaixo e ler o resto do texto?









