Minha Coleção
O que fazer numa última segunda-feira de férias?
a) ir viajar?
b) dormir até mais tarde?
c) ir para Sta. Efigênia comprar um Super Nintendo, mesmo sem ter dormido 10 minutos a noite?

sim, sim, é o meu cobertor... e sim, sim, ele é mais velho do que eu... E sim, SE um dia eu casar ele vai comigo...
Como viajar é para os ricos e dormir é para os fracos, – e nenhum dos dois viraria um artigo neste blog – resolvi que depois de 20 anos estava na hora de dar o braço a torcer para meu antigo seguismo e ver “in loco” o que o 16 bits da Nintendo tinha prá oferecer. E como fazer isso sem visitar um dos locais com mais gente bonita de São Paulo? Santa! Ai vou eu!
Neste momento você que é um leitor de longa data deste blog (sim, sim, existem uns dois ou três…) talvez esteja esperando uma ótima desculpa para eu ter torrado mais do que deveria num gadget que faz tudo aquilo que um pc também faz.
Eu poderia usar a desculpa que eu preciso de um iPad para estudo, ou para o trabalho, mas a quem eu quero enganar? O principal e único motivo pelo qual eu tenho um ipad agora em mãos é a empolgação de tê-lo…
Antes de você me acusar de ter me tornado um mac-fag, deixa eu dar as minhas impressões sobre o “aparelho mágico do Jobs” (um ótimo título para filme de porno gay, não que eu conheça algum…).
Afinal, três semanas depois da compra, será que esta empolgação inicial já se foi?
Este controle veio para suprir várias necessidades que eu estava tendo: um controle para jogos de luta (estou esperando Super Street Fighter IV chegar), um controle para o computador (eu usava o de Xbox 360, mas o receptor wireless queimou), um segundo controle para o Xbox 360 e um segundo controle para o Playstation 3. Tecnicamente o Joytron Revolution faz tudo isso. Mas faz isso bem?
Eu definitivamente não quero transformar esse blog em mostruário de aquisições de jogos antigos e até tenho muito o que escrever (está no gatilho análise de God of War III, Uncharted 2, duas séries de tv e um comparativo entre Xbox 360 e PS3). Mas considerando que o blog é meu e eu escrevo aquilo que eu quero e cabe a você a decisão de ler ou não… Aí está o que eu peguei nessa última semana:

Primeiro o Mega Drive. Antes que me perguntem, sim, eu já possuo um Mega Drive japonês que foi comprado em 91 que eu acreditava não funcionar mais. Estava procurando algum super nes ou dreamcast para aumentar minha coleção quando um amigo ficou me pentelhando que eu deveria primeiro ter um Mega Drive funcionando (já que minha infância/adolescência foi com ele).
Ah! O poder da troca. Fui em São Paulo hoje e troquei dois jogos meus de Xbox 360 (+ um livro de faq) por estes de Play 2. Primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi lógico testar alguns minutinhos cada um deles… As primeiras impressões é as que valem, não?
São só primeiras impressões, ok? Quinze, vinte minutos no máximo em cada jogo.



Poucas coisas me tiram do sério: atendentes da telefônica são a unica coisa que eu com que consigo pensar nesse momento de paz e amor pós-feriado. Mas, Lego Star Wars conseguiu me deixar muito, mas muito bravo pelo menos duas semanas em dezembro.
Não, claro que não tem nada haver com o jogo em si. Raios, já perdi as contas de quantas vezes já fechei esse jogo. Xbox (o Original Saga), Wii e Xbox 360 (o Complete Saga). Por isto mesmo quando surgiu a pergunta: “que jogo escolher para brincadeiras cooperativas via internet?” O Lego Star Wars apareceu junto com Uncharted 2, Borderlands e Little Big Planet. Afinal, depois de 3 vezes jogando o dito cujo de maneira – pouco ortodoxa – poderia finalmente comprá-lo e dar alguma grana para os caras que trabalharam em fazer o jogo, né?
Destino fez com que a escolha mais improvável ocorresse e domingo, 11 horas da manhã, sou acordado (ué, domingo é dia de descanso) por um atribulado amigo: “Peguei Lego Star Wars, se vira e cata o seu”. Como bom amigo que sou (tá, eu não sou, mas deixa eu fingir), lá fui eu em várias lojas da região procurar o tal lego star wars.



