Jogos de Tabuleiro
Publiquei um novo artigo na hardMOB: “Jogos de Tabuleiro em celulares e tablets”. Lá eu falo sobre os 5 dos melhores jogos de tabuleiro, principalmente para iPad. Se interessar o link é este: Jogos de Tabuleiro para Celulares e Tablets.
Ainda hoje devo colocar um novo artigo neste blog (não, eu não desisti dele) sobre a vida de um gamer brasileiro.
Em tempo, a imagem é do kingMob.
Não, este blog não virou uma agência de viagens. Nem vou começar a contar aqui todas as minhas viagens – mesmo porque acredito que ninguém se interesse pelas minhas idas até a geladeira – Carcassonne além de uma cidade medieval na França que você nunca irá visitar, é um jogo de tabuleiro.
Dos chamados jogos modernos – e por moderno, jogos que nasceram a partir da segunda metade da década de 1990 – Carcassonne forma junto com Catan e Ticket to Ride a trinca de “mais conhecidos” e “para iniciantes”. E dos três foi o único que não me chamou a atenção de início, afinal, qual a graça de um jogo de tabuleiros em que você não tem um tabuleiro? Me pareceu idiota, além de ter me parecido complicado demais. Como você já deve ter percebido eu estava errado, completamente enganado…
Quando eu escrevi a minha análise sobre Catan eu pensava que seria um dos artigos menos lidos do meu blog. Quem raios iria se interessar por um jogo de tabuleiro, além de mim e alguns poucos fiéis amigos que embarcam nas roubadas que eu as vezes proponho?
Ironia das ironias, é um dos assuntos mais procurados no meu blog (o 8º em número de visitas). E como há interesse gostaria de apresentar a você um outro maravilhoso jogo de tabuleiro: “Ticket to Ride”.

Assim como Catan, TtR, é um ótimo jogo para iniciantes dos tabuleiros chamados de modernos (em oposição aos War/Risk, Banco Imobiliário/Monopoly da vida), considerados, bem…, antigos.
Em Ticket to Ride você deve criar rotas de trens entre uma cidade a outra, ligando objetivos determinados por cartas. Vence basicamente aquele que conseguir fazer mais pontos ligando estas cidades.
Acompanhe:
… da série, artigos que ninguém vai ler, ninguém vai procurar no google, mas eu ainda vou escrever…

Brasileiro é muito preconceituoso. Não estou me referindo obviamente a cor, credo, opção sexual ou time de futebol – mas se você for corinthiano pode sair do blog. Definitivamente aqui não é o lugar prá escrever sobre isso. O preconceito a que eu estou me referindo desta vez é quanto a jogos de tabuleiro.
Sim, eu sei que você jogou banco imobiliário na sua adolescência – e se você não fez isso, você É sim uma aberração e merece ser zoado eternamente. O grande problema é que as jogatinas param por aí. O mercado brasileiro se divide basicamente entre jogos de festa (tipo imagem e ação), infantis e infanto-juvenis. O mais voltado para público adulto no Brasil é War, e ele possivelmente começa a perder a graça lá pelos 16, 17 anos, ainda mais considerando as suas intermináveis partidas e a presença gigantesca do fator chamado sorte.



