20/12/2011
por Sanro

Vira e mexe eu começo a escrever um artigo e seja por falta de vontade, tesão, tempo ou qualquer outro motivo ele fica parado na metade, ou as vezes bem no início.

Durante estes 2 anos e meio de blog alguns simplesmente ficaram perdidos no passado e provavelmente não iriam ver a luz do dia nunca. Porém, fiquei com dó deles. Para evitar que morram no eterno limbo do rascunho do WordPress resolvi colocá-los aqui comentados.

Como são muitos rascunhos e alguns deles são enormes, resolvi criar uma série para isso, já que ninguém iria conseguir lê-los todos de uma vez.

Detalhe, os textos em quote são os textos originais do artigo. Lembre-se que eu não os revisei, nem para a publicação agora, portanto podem conter erros e até idéias sem sentido.

Hoje, dois textos: Jogos influenciam pessoas? e Civilization Revolution.

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Jogos influenciam pessoas? – última edição: 05/07/2009.

Acredite ou não, mas o objetivo deste artigo era defender que SIM, os jogos influenciam as pessoas. Claro que isso seria apenas um gancho para falar que os jogos, como qualquer obra da cultura, tem o poder mexer com os seres humanos. Afinal causam sentimentos, dos mais diversos.

O que foi escrito na época:

Este artigo é inadequado para menores de 18 anos, pois contém palavras que vão desagradar qualquer adolescente.

E então? Jogos influenciam pessoas?

A resposta rápida: Sim. Não, não estou dizendo que jogos de tiro devem ser banidos porque isso faz adolescentes entrar em cinemas e atirar em todo mundo. Isso é bobagem, mas me parece claro que jogos e filmes influenciam as pessoas. Quantas vezes você fez alguma citação de um filme numa conversa? Quantas vezes um filme mexeu tanto com você que fez com que seu olhar mudasse sobre alguma questão? Se filmes e jogos influenciam a nós, dito adultos, imagina o que ela faz com crianças.

Ora, olhe para trás. Qual era a primeira coisa que você fazia quando terminava de ver um filme do Van Damme na sessão da tarde? Pular igual um macaco pela casa, certo? Pois é. Só que, com exceção de você ter um irmão mais novo passando pelo local, isso não causou nenhum estrago. Você não sai por ai batendo nas pessoas só porque viu um filme do Bruce Lee ou acabou de jogar Street Fighter. E se você o faz, a culpa não é definitivamente do jogo, mas sim sua culpa. Afinal, se um homicida ficasse vendo o dia inteiro Teletubies, iria ficar andando e falando “oi” toda hora?

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Civilization Revolution - última edição: 28/06/2009.

O objetivo era uma análise de Civilization Revolution, jogo de Xbox 360 e Playstation 3. Não sei exatamente porque parei de escrever. Ficou parado no segundo parágrafo. Talvez porque eu estava mais interessado em defender a idéia de um jogo de estratégia no console do que falar sobre o jogo propriamente dito. Talvez se eu tivesse mudado o título para: “É possível jogos de estratégia nos videogames”, o texto tivesse saído.

O que foi escrito na época:

Parte por preconceito, parte por pós-conceito muita gente torce o nariz quando se fala de jogos de estratégia para videogames. A parte do preconceito fica por ser difícil imaginar como controlar micro e macro gerenciamento num controle com tão poucos botões comparado ao teclado e principalmente a falta de agilidade que só um mouse pode proporcionar. A parte do pós-conceito fica pelas horrorosas aparições de games de estratégias em consoles, desde ports mal acabados ou mesmo transformações de jogos de RTS (real time strategy – estratégia em tempo real) para turno.

Para os de “Tempo real” a transição é absurdamente mais complicada, sempre fiquei imaginando por que não trazer as maravilhosas séries de turnos de pc para os consoles. Claro, algumas tentativas foram feitas, principalmente no Super Nintendo, mas, como citei lá em cima, eram ports mal feitos que transformavam o direcional do controle em um mouse, fazendo com que a falta de precisão fosse o principal impecilho para esses jogos.

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