O Monstro – Parte 1
O Monstro – Parte 2
O Monstro – Parte 3
O MONSTRO – parte final
O terror da morte que as crianças sentiram naquele momento nunca foi apagado de suas mentes, mesmo com anos de terapia. Nunca sofreram nenhum arranhão. No momento em que a múmia andava em direção a eles a polícia invadiu o galpão.
Carlos foi preso e sua história repercutiu em absolutamente todos os jornais. Por semanas ele foi chamado em todo o país como “O Monstro do Parque de Diversões”. Foi acusado de absolutamente todos os crimes possíveis: de maus-tratos aos animais pela cabeça de porco a sequestro e tentativa de triplo homicídio. Por três dias até a acusação de “formação de quadrilha” passava pela boca de repórteres menos experientes.
Fez questão de contratar o pior advogado que conseguiu, um jovem recém-formado que mal conseguia concluir duas frases com sentido. Seu único pedido ao advogado é que chamasse as três crianças para depor.
Quando a primeira delas sentou-se para falar sobre o que tinha acontecido, Carlos teatralmente, fez um gesto com o dedo passando pelo seu pescoço. Foi a gota d’água. O tribunal virou um circo, pessoas da platéia tentavam agredir o acusado. Repórteres escreviam furiosamente em seus notebooks sobre a ação do “lunático”. O país estremecia. Como é que ninguém, vizinhos, família, havia percebido a ameça que Carlos era para a sociedade? Apresentadores gritavam aos quatro ventos: “pena de morte, pena de morte!”
O juiz foi o mais duro possível e fez uma condenação com a pena máxima por todos os crimes que tinham sido cometidos. Na cadeia lhe deram uma cela particular, pois nenhum preso tinha coragem de ficar próximo ao “Monstro do Parque”.
Ninguém, nem o seu advogado, percebeu o fato de que foi o recado deixado no vestiário dos funcionários do parque que indicou o local onde estavam as crianças, fazendo com que a polícia não tivesse perdido nem cinco minutos depois que foi acionada.
Não atentaram também ao fato de que a faca que Carlos segurava em suas mãos não tinha corte nenhum, não serviria nem para cortar um pão francês. Ou ainda que mesmo amarradas, quando foram soltas as crianças não tinham absolutamente nenhum hematoma nos braços.
Só Carlos sabia. Mas agora ele não era mais chamado pelo seu nome. Ele era o Monstro. Temido por todos dentro da cadeia e mais ainda fora dela, por todo país. Ninguém nunca saberia que o Monstro nunca tinha matado uma única mosca, não considerava encostar nas crianças e que ainda, mesmo depois de quase 40 anos, tinha um medo absoluto de papai noel.






nao gostei ,ele tinha q se vingar mew,coitado kkkkkk faz uma sanguinaria ai kkkkkkkkkkkkk
3 dos 4 alunos que eu conheço que leram este blog pediram para eu maltratar as criancinhas…
Sério… EU CRIEI MONSTROS, ahuauhuhahua
Eu gostaria de ter escrito esse conto…
Nossa Lana, muito obrigado MESMO pelo elogio… Estou muito feliz
Muito bom!! :O
Muito obrigado
Vc pensou claro em fazer um curta com essa estoria ne?ou sera historia…esse merece!!! nunca leio nada maior q 6 linhas pq 99% das vezes perco meu tempo, mais so pelo desafio “Mais um conto para você NÃO ler” resolvi encarar e nao me decepcionei.
INCRIVEL…MUITO BOM MESMO!!! Parabens.